Daniel Defoe, jornalista e escritor, nos deixou um lindo e marcante livro para a juventude: Robinson Crusoé. A história de um jovem marinheiro inglês. Ao viajar para a África, seu navio é colhido por uma tempestade e naufraga. Toda a tripulação morre, com exceção do jovem, que se refugia numa ilha deserta do Caribe. Lá ele se defronta com as dificuldades de uma existência primitiva. A coragem, a paciência e a habilidade de Robinson eram as qualidades que o mundo “civilizado” de então acreditava necessárias para subjulgar a “barbárie”.
Dizem que Defoe se inspirou na história verídica de um marinheiro escocês, que por quatro anos viveu isolado na ilha de Juan Fernandez, no Caribe. De qualquer forma, a história de Rosinson é narrada com tantos pormenores e de maneira tão viva e empolgante, que se torna real aos olhos do leitor.
Robinson, na verdade, é muito parecido com seu criador: um típico inglês da burguesia protestante, que acredita no trabalho árduo, na religião e no progresso. Defoe faleceu em Londres, em 24 de abril de 1731.
Leitura recomendada para crianças a partir de 11 anos.

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